Revista Virtual de Artes, com ênfase na pintura do século XIX

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Trio: Eugène Joors (Bélgica)

2.eugene joors (belgian, 1850-1910)2.EUGENE JOORS (BELGIAN, 1850 - 1910)

EUGENE JOORS (BELGIAN, 1850 - 1910)-

EUGÈNE JOORS
(Borgerhout, Antuérpia, Bélgica, 20 de fevereiro de 1850 – Berchem, Antuérpia, Bélgica, 23 de outubro de 1910)



Temas da Pintura: Camponeses (as)

William Marshall Brown (scottish, 1863-1936)- Hoeing the Fields (Pitting Potatoes) ca. 1911

WILLIAM MARSHALL BROWN


William Banks Fortescue (1850-1924)- Cowslip Gatherers 1884

WILLIAM BANKS FORTESCUE


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JULIEN DUPRE


Francois Alfred Delobbe - Return From The Fieldsa-girl-with-a-rake-over-her-shoulder-by-british-school-1900

FRANÇOIS ALFRED DELOBBE                                                                               ESCOLA BRITÂNICA


E.Langlois (french-19th century) - au repos_768x1019

E. LANGLOIS


Charles Sprague Pearce - Returning from the FieldsGeorge Goodwin Kilburne (British, 1839-1924) - Country girl by a stream

CHARLES SPRAGE PEARCE                                                               GEORGE GOODWIN KILBURNE


Ernest Walbourn -(english 1872-1927) Sewing in the GardenJames Clarke Hook (english,1819-1907)- Going to Market

ERNEST WALBOURN                                                                            JAMES CLARKE HOOK


Jules Breton (french, 1827-1906)-Gleaner (glaneuse)

JULES BRETON


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WILLIAM AFFLECK


MAIS GALERIAS: CAMPONESES (AS)


Temas da pintura: “Os pássaros”

Portielje-The song bird

JAN FREDERIK PIETER PORTIELJE


2.eugene joors (belgian, 1850-1910)

EUGENE JOORS


Edward Holmes (fl.1841-1891) Shake hands Polly

EDWARD HOLMES


a deserter - Alexander M. Rossi

ALEXANDER M. ROSSI


Feeding The Doves - by George Dunlop Leslie

GEORGE DUNLOP LESLIE


Attilio Simonetti - The Pet Parrot

ATTILIO SIMONETTI


Charles Baptiste Schreiber - Girl with Hummingbird

CHARLES BAPTISTE SCHREIBER


George Goodwin Kilburne - The Pigeons of St Mark's, Venice, Italy 1876

GEORGE GOODWIN KILBURNE


Ernst Meisel Junge frau mit Papegei

ERNST MEISEL


The Pet Cockatoo -1867- Joseph Caraud (french painter)

JOSEPH CARAUD



Mais do mesmo…

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PINTURA                                                                                          GRAVURA

ELISABETH JANE GARDNER BOUGUEREAU


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GRAVURA                                                                                                 PORCELANA PINTADA

HUBERT VON HERKOMER


Friedrich Paul Thumann (1834-1908)-1kpm-029

GRAVURA                                                                                PORCELANA PINTADA

FRIEDRICH PAUL THUMANN



Venturosa de sonhar-te…

 

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Venturosa de sonhar-te,
à minha sombra me deito.
(Teu rosto, por toda parte,
mas, amor, só no meu peito!)

-Barqueiro, que céu tão leve!
Barqueiro, que mar parado!
Barqueiro, que enigma breve,
o sonho de ter amado!

Em barca de nuvem sigo:
e o que vou pagando ao vento
para levar-te comigo
é suspiro e pensamento.

-Barqueiro, que doce instante!
Barqueiro, que instante imenso,
não do amado nem do amante:
mas de amar o amor que penso!

Cecília Meireles

Tela de Alfonso Simonetti


Uma pintura, uma gravura…

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JEAN- BAPTISTE (JAMES) BERTRAND



Um autor, duas obras: Carl Timoleon von Neff

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CARL TIMOLEON VON NEFF
(Püssi, hoje Ida-Viru, Estônia, 14 de outubro de 1804 – São Petersburgo, Rússia, 5 de janeiro de 1877)


Imagem do dia: É primavera !

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WILLIAM AFFLECK



Um autor, duas obras: John William Waterhouse

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JOHN WILLIAM WATERHOUSE
(Roma, Itália, 6 de abril de 1849 – Inglaterra, 10 de fevereiro de 1917)


Gravuras antigas

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Um autor, duas obras: Sir Edward John Poynter

 

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SIR EDWARD JOHN POYNTER
(Paris, França, 20 de março de 1836 – Londres, Inglaterra, 26 de julho de 1919)


Cuesta abajo…

CUESTA ABAJO

Si arrastré por este mundo
La verguenza de haber sido
El dolor de ya no ser
Bajo el ala del sombrero.
Cuántas veces, embozada,
Una lágrima asomada yo no pude contener

Si crucé por los caminos
Como un paria que el destino
Se empeño en deshacer

Si fui flojo, si fui ciego,
Solo quiero que hoy comprenda
El valor que representa el coraje de querer.

Era, para mi la vida entera
Como un sol de primavera
Mi esperanza y mi pasión,
Sabía que en el mundo no cabía.
Toda la humilde alegra de mi pobre corazón

Ahora cuesta abajo en mi rodada
Las ilusiones pasadas
Ya no las puedo arrancar.
Sueño, con el pasado que añoro,
El tiempo viejo que hoy lloro
Y que nunca volverá

Por seguir tras de sus huellas
Yo bebí incansablemente.
En la copa de dolor

Pero nadie comprendía
Que si todo yo le daba
En cada vuelta dejaba
Pedazos de corazón.

Ahora triste en la pendiente,
Solitario y ya vencido,
Yo me quiero confesar,
Si aquella boca mentía,
El amor que me ofrecía,
Por aquellos ojos brujos
Yo habra dado siempre más

Era, para mi la vida entera
Como un sol de primavera
Mi esperanza y mi pasión,
Sabía que en el mundo no cabía
Toda la humilde alegra de mi pobre corazón

Ahora cuesta abajo en mi rodada
Las ilusiones pasadas
Ya no las puedo arrancar

Sueño, con el pasado que añoro,
El tiempo viejo que hoy lloro
Y que nunca volverá…

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DECLIVEHBlakerly-kh

Se arrastei por esse mundo
A vergonha de ter sido
A dor de já não ser
Sob a aba do chapéu
Quantas vezes abafado
Uma lágrima que caía não pude conter

Se cruzei pelos caminhos
Como um pária que o destino
Se empenhou em desfazer

Se fui frouxo, se fui cego
Só quero que compreenda hoje
O valor representado pela coragem de amar

Era, para mim a vida inteira
Como um sol de primavera
Minha esperança e paixão,
Sabia, que no mundo não cabia
Toda a humilde alegria de meu pobre coração

Agora rolei declive abaixo
As ilusões passadas
Já não as posso arrancar
Sonho, com o passado que anseio
O tempo antigo que choro
Que nunca voltará

Por seguir suas pegadas
Bebi incansavelmente
Na taça da dor

Mas ninguém entendia
E se tudo que eu dava
A cada volta deixava
Pedaços de coração.

Agora triste na encosta
Solitário e já vencido,
Eu quero me confessar,
Se essa boca mentia,
O amor que me oferecia,
Por aqueles olhos bruxos
Eu dava sempre mais

Era, para mim a vida inteira
Como um sol de primavera
Minha esperança e paixão,
Sabia, que no mundo não cabia
Toda a humilde alegria de meu pobre coração

Agora rolei declive abaixo
As ilusões passadas
Já não as posso arrancar

Sonho, com o passado que anseio
O tempo antigo que choro
E que nunca voltará…



Tristeza do infinito…

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Anda em mim, soturnamente,
uma tristeza ociosa,
sem objetivo, latente,
vaga, indecisa, medrosa.

Como ave torva e sem rumo,
ondula, vagueia, oscila
e sobe em nuvens de fumo
e na minh’alma se asila.

Uma tristeza que eu, mudo,
fico nela meditando
e meditando, por tudo
e em toda a parte sonhando.

Tristeza de não sei donde,
de não sei quando nem como…
flor mortal, que dentro esconde
sementes de um mago pomo.

Dessas tristezas incertas,
esparsas, indefinidas…
como almas vagas, desertas
no rumo eterno das vidas.

Tristeza sem causa forte,
diversa de outras tristezas,
nem da vida nem da morte
gerada nas correntezas…

Tristeza de outros espaços,
de outros céus, de outras esferas,
de outros límpidos abraços,
de outras castas primaveras.

Dessas tristezas que vagam
com volúpias tão sombrias
que as nossas almas alagam
de estranhas melancolias.

Dessas tristezas sem fundo,
sem origens prolongadas,
sem saudades deste mundo,
sem noites, sem alvoradas.

Que principiam no sonho
e acabam na Realidade,
através do mar tristonho
desta absurda Imensidade.

Certa tristeza indizível,
abstrata, como se fosse
a grande alma do Sensível
magoada, mística, doce.

Ah! tristeza imponderável,
abismo, mistério, aflito,
torturante, formidável…
ah! tristeza do Infinito!

(Cruz e Souza)


Pintura: Charles Spencelayh – 2

Charles Spencelayh (Rochester, Kent, Inglaterra, 27 de outubro de 1865 – 25 de junho de 1958)

LINK: BIOGRAFIA e GALERIA 1


GALERIA CHARLES SPENCELAYH – 2

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Pintura: Federico Andreotti – 2

FEDERICO ANDREOTTI (Florença, Itália, 6 de março de 1847 — Florença, Itália, 1930)


GALERIA FEDERICO ANDREOTTI – 2

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VEJA TAMBÉM: GALERIA 1



Pintura: Gustave Leonhard de Jonghe – 2

Gustave Leonhard de Jonghe (Bélgica, 1829-1893)

Pintor de retratos, motivos históricos e cenas familiares, tendo sido premiado com medalhas de ouro em Amsterdam (1862) e em Paris (1863).


GALERIA GUSTAVE LEONHARD DE JONGHE – 2

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Pintura: Os Pré-Rafaelitas – 3

A Irmandade Pré-Rafaelita (Pre-Raphaelite Brotherhood ou PRB em inglês), também Fraternidade Pré-Rafaelita ou, simplesmente, Pré-Rafaelitas.

Grupo artístico fundado na Inglaterra em 1848 por Dante Gabriel Rossetti, William Holman Hunt e John Everett Millais e dedicado principalmente à pintura. Este grupo, organizado ao modo de uma confraria medieval, surge como reação à arte acadêmica inglesa que seguia os moldes dos artistas clássicos do Renascimento. Inseridos no espírito revivalista romântico da época, os pré-rafaelitas desejam devolver à arte a sua pureza e honestidade anteriores, que consideram existir na arte medieval do Gótico final e Renascimento inicial (Proto-Renascimento). Ao se auto-denominarem pré-rafaelitas realçam o fato de se inspirarem na arte anterior a Rafael, artista que tanto influencia a academia inglesa e que é consequentemente criticado pelos pré-rafaelitas.

Saiba Mais:  WIKIPEDIAITAÚ CULTURAL


PRÉ-RAFAELITAS – GALERIA -3

LORD FREDERICK LEIGHTON

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EDMUND BLAIR – LEIGHTON

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FRANK BERNARD DICKSEE

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EDWARD ROBERT HUGHES

Edward Robert Hughes - `Heart of snow´


FORD MADOX BROWN

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ARTHUR HUGHES

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Temas da Pintura: Dia Internacional da Dança

DANÇA, BAILARINA, DANÇA…

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Dança, bailarina, dança…
Dança, bailarina, dança…
Põe nos teus passos toda a harmonia
E toda a poesia nas pontas de teus pés
Em gestos nobres, faze surgir a fé!!!

Gira, bailarina, gira…
Vai girando e semeando amor,
Mais depressa que as voltas do mundo,
Pra que haja tempo de matar a dor!

Baila, bailarina, baila…
Traze contigo a primavera
Pra florir os campos, florescendo a Terra,
Numa explosão de cores que tua dança encerra.

Faze de tua arte uma suave prece
Capaz de enternecer os corações de pedra
Faze tua música soar tão alto

Calando assim os estopins da guerra!!!

Mostra ao Homem que o teu bailado
Expressa a vida nesse simples ato…
Onde o amor é tudo, onde o amor é nato.

Que em teus saltos ponhas tua garra
Seguindo sempre a luz de teu clarão,
Quebrando muros para unir os povos
Num universo único, onde se dêem as mãos.

Abre tua alma, no esplendor da dança…
Não desistas nunca e verás, enfim,
Bailar no campo, doce e cálida esperança,

Em meio às flores de um lindo jardim… 

(Carmen Lucia Carvalho de Souza)

Pintura: Chen Yiming


GALERIA – BAILARINAS – 2

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PIERRE AUGUSTE RENOIR


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PIERRE CARRIER-BELLEUSE


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EDGAR DEGAS


Webster-Charles

CHARLES WEBSTER


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LEON COMERRE                            


ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS

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ANTONIO CAPEL


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GUAN ZEJU


SGroshev4

SLAVA GROSHEV


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ROB HEFFERAN


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BENJAMIN WU


TiitiGarelli4TiitiGarelli3

TIITI GARELLI


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ALEXANDER SHEVERSKY


MarkLovett (2)

MARK LOVETT


SandraKuck

SANDRA KUCK


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DOUGLAS HOFFMANN



Pintura: Vittorio Reggianini – 2

LINK: BIOGRAFIA E GALERIA 1


VITTORIO REGGIANINI ((1858-1938) – GALERIA 2

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Temas da Pintura: Que será, será ? A sorte está lançada !

GALERIA 1

Bazille

JEAN FREDERIC BAZILLE


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CHARLES ROBERT LESLIE


Cavell_John_Scott_Jamet_and_The_Strolling_Fortune_teller

JOHN SCOTT CAVELL


WilliamSidneyMount

WILLIAM SIDNEY MOUNT


FrancisSidneyMuschamp_fortune_telling

FRANCIS SIDNEY MUSCHAMP


simon-vouet-4-

SIMON VOUET


Lombardi_Giovanni_Domenico_A_Fortune_Teller

GIOVANNI DOMENICO LOMBARDI


HarryRoseland1WilliamHolyoake

HARRY ROSELAND                                                               WILLIAM HOLYOAKE


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FRANÇOIS JOSEPH NAVEZ


NikolaosGysis4LeonardCampbellTaylor

NIKOLAOS GYSIS                                                                         LEONARD CAMPBELL TAYLOR


norman-rockwell--aleksei-venetsianov-fortunetelling-1842

NORMAN ROCKWELL                                                                   ALEKSEI VENESTSIANOV


nicolas-regnier-fortune-teller

NICOLAS REGNIER


Fortune_teller,_Albert_Anker,_1880-a

ALBERT ANKER


Solomon_Abraham_Doubtful_Fortune

ABRAHAM SOLOMON



Renova-te…

 

KrisLewis (3)

Renova-te.

Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica-se os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo.

Cecília Meireles


Temas da Pintura: Os pássaros – 2

Greuze-Jean-Baptiste-La-Jeune-Fille-A-La-ColombeBarabasMiklos

JEAN BAPTISTE GREUZE                                                                                     MIKLOS BARABAS


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ERNEST WALBOURN                                                                         JOHN FREDERICK LEWIS


FrederickHall(1860-1948)cinderella-_grimms_fairy_tale

FREDERICK HALL


HenryThomasSchafer (2)

HENRY THOMAS SCHAFFER


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EDWARD JOHN POYNTER


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GUGLIELMO ZOCCHI


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CHARLES JOSHUA CHAPLIN


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EMILE MUNIER


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HANS ZATZKA