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Revista Virtual de Artes, com ênfase na pintura do século XIX

Posts com tag “pintores espanhois

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7.BELISARIO GIOJA (ITALIAN, 1829-1906)Baldomero Galofre y Giminez (Spanish, 1849-1902)

BELISARIO GIOJA (Itália, 1829-1906)                                                       BALDOMERO GALOFRE Y GIMENEZ (Espanha, 1849-1902)


Knut_Ekwall-Frierietthe proposal - at. Josef Gisela (austrian)

KNUT EKWALL (Suécia, 1843-1912)                                           Atr. JOSEF GISELA (Áustria, 1851-1899)


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Um autor, duas obras: Eduardo Léon Garrido (Espanha)

eduardo leon garrido (spanish)

Eduardo Léon Garrido (1856 - 1949) - Coquetterie

EDUARDO LÉON GARRIDO

(Madri, Espanha, 20 de fevereiro de 1856 – Caen, França, 24 de fevereiro de 1949)


Galeria: Eduardo Léon Garrido (Espanha)

EDUARDO LÉON GARRIDO
(Madri, Espanha, 20 de fevereiro de 1856 – Caen, França, 24 de fevereiro de 1949)

Começou seu treinamento como discípulo no ateliê de Vicente Palmaroli, na Escola de Pintura em Madri. Graças a uma doação do Governo Provincial de Madri, viajou para Paris onde frequentou a oficina de Raimundo de Madrazo. Mais tarde, esteve em Veneza, na Itália, em contato com outros pintores espanhois e em 1905, já na França, foi nomeado professor da Escola de Artes e Ofícios em Varennes. Permaneceu na França o resto de sua vida. Seu filho, Louis-Edouard Garrido, também foi pintor.
Seu estilo é influenciado pelo impressionismo e sua obra dedicada a temas tradicionais, retratos de mulheres elegantes com roupas da Belle Epoque e reprodução de cenas galantes. Alcançou grande sucesso em sua época e expôs em Paris, Londres e Munique.

The Reader. Eduardo León Garrido (Spanish, 1856-1949)La Farandole du Ballet de l’Opéra de Marseille. Eduardo León Garrido (Spanish, 1856-1906)

The Beau at the Soiree - Eduardo Leon Garridoteatime-Eduardo León Garrido Madrid 1856 - Caen 1949La parane-Eduardo León Garrido (Spanish, 1856-1949)Eduardo Léon Garrido (Spanish, 1856-1949) Le peintre et son modèle1.Eduardo León Garrido (Spanish, 1856-1949).mujer com abanico_Eduardo León Garrido (Spanish, 1856-1949)teatime_Eduardo León Garrido (Spanish, 1856-1949)

la guitariste-Eduardo Leon GarridoA Musical Afternoon. Eduardo León Garrido (Spanish, 1856-1906)GARRIDO, EDUARDO LEON (1856 - 1949). Dama de carnavalEdouardoLeonGarrido-_Dressed_For_The_Ball_Oil_On_PanelGarrido, Eduardo Léon -Am FensterEduardo-Leon Garrido (Spain, 1856-1949) Leonie Garrido, the artist's wifeEduardo Leon Garrido_(Madrid, 1856-Caen, Francia, 1949). Jugando al parqueEduardo Léon GARRIDO (1856-1949)Elégante à l'ombrelleEDUARDO LEON GARRIDO (SPANISH 1856-1949)La CondesaÉdouard Léon GARRIDO 1856-1949 JEUNE FEMME AU BOUQUET DE FLEURSEduardo Léon GARRIDO (1856-1949)EléganteA portrait of a Spanish lady with a fan_Eduardo Leon Garridola belle guitariste_Eduardo León Garrido (Spanish, 1856-1949)Eduardo Léon GARRIDO (1856-1949) Espagnole jouant de la guitare


Trio: Raimundo de Madrazo y Garreta (Espanha)

Raimundo de Madrazo y Garreta.

el bouquet-Raimundo de Madrazo

Raimundo-de-Madrazo-y-Garreta-Español-1841-1920Mujer-en-el-jardín-ca.-1880-Museo-de-Arte-de-Ponce.

RAIMUNDO DE MADRAZO Y GARRETA

(Roma, Itália, 24 de julho de 1841 – Versalhes, França, 20  de setembro de 1920)


Um autor, duas obras: Raimundo de Madrazo y Garreta (Espanha)

Raimundo de Madrazo (spanish, 1841-1920)-Aline with guitarRaimundo de Madrazo y Garreta - The Singer, 1875

RAIMUNDO DE MADRAZO Y GARRETA
(Roma, Itália, 24 de junho de 1841 – Versalhes, França, 15 de novembro de 1920)


Natal dos poetas brasileiros

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O Natal, as cenas de presépio, inspiraram muitos poetas. Recordo-me de poetas brasileiros que cantaram o Natal com ternura, imensa nostalgia, infinita melancolia e alegria simples. Alguns, de modo genuinamanete brasileiro.
Quem não se emociona, mesmo em tempo tão materialista como o de hoje, ao ouvir um coral cantando a brasileiríssima canção de Assis Valente ?

"Anoiteceu
O sino gemeu
A gente se pôs
feliz a cantar.
Papai Noel vê se você tem
a felicidade pra você me dar.
Já faz tempo que pedi
mas o meu Papai Noel não vem.
Com certeza já esqueceu
ou então felicidade
é brinquedo que não tem".

Vinícius de Morais, com sua sensiblidade, em seu "Poema de Natal", nota:

Não há muito que dizer;
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez amor
Uma prece por quem se vai –
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os vossos corações
Se deixem, graves e simples."

E Manuel Bandeira, o maior poeta de sua geração, cuja poesia dá felicidade à gente, faz a gente gostar de viver, soube cantar, como nenhum outro, o Natal, com ternura e inocência. Leiam:

Penso no Natal. No seu Natal. Para a Bondade
A minhalma se volta. Uma grande saudade
Cresce em todo o meu ser magoado pela ausência.

Ó minha amiga, aceita a carícia filial
Da minhalma a teus pés humilhada de rastos,
Seca o pranto feliz sobre os meus olhos castos…
Ampara minha fronte, e que a minha ternura
Se torne insexual, mais que humana – pura
Como aquela fervente e benfazeja luz
Que Madalena viu nos olhos de Jesus…"

Se a cena do nascimento de Jesus comove e nos diz que a alegria se faz com pouca coisa, o Natal desses brasileiros também nos emociona e mostra nosso destino, paz e simplicidade.

(Plinio Mendonça)

Pintura: Bartolomé Esteban Murillo (Espanha, 1617-1682)


Um autor, duas obras: Antonio María Reyna Manescau (Espanha)

1280px-Antonio_Maria_de_Reyna_Manescau_Vedute_von_VenedigGONDOLAS BY THE DOGE'S PALACE_Antonio Maria de Reyna

ANTONIO MARÍA REYNA MANESCAU
(Coin, Málaga, Espanha, 5 de dezembro de 1859 – Roma, Itália, 3 de fevereiro de 1937)


Trio: Flamenco!

JULES JAMES ROUGERON (1841-1880) The Dancer, 1876

JULES JAMES ROUGERON (França, 1841-1880)


2.gonzalo-bilbao-martinezbaile por bulerias-1884 by Jose Garcia y Ramos (spanish, 1852-1912)

GONZALO BILBAO MARTINEZ (Espanha, 1860-1938)                                      JOSE GARCIA Y RAMOS (Espanha, 1852-1912)