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Revista Virtual de Artes, com ênfase na pintura do século XIX

Posts com tag “John William Waterhouse

Trio: Ofélia por John William Waterhouse (Inglaterra)

Ofélia, personagem da obra Hamlet de William Shakespeare.

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Versão de 1889


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Versão de 1910                                                                                Versão de 1894


JOHN WILLIAM WATERHOUSE
Roma, Itália, 6 de abril de 1849 – Londres, Inglaterra, 10 de fevereiro de 1917

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Trio: Pré-rafaelitas

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O ESPELHO DE VÊNUS

EDWARD BURNE-JONES (1833-1898)


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ROSALINDA NA FLORESTA

JOHN EVERETT MILLAIS (1829-1896)


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CONSULTANDO O ORÁCULO

JOHN WILLIAM WATERHOUSE (1849-1917)



Trio: PANDORA

Divindade doadora de talentos divinos e de todos os males da humanidade. Criada pelos deuses do Olimpo sob a ordens de Zeus para a vingança contra a humanidade por esta ter recebido de Prometeu o segredo do fogo, o que dava a ela a possibilidade de dominar o mundo e todos os seus outros habitantes. Zeus tramou a sua vingança mandando que Hefestos moldasse uma estátua de uma linda donzela, deu-lhe o nome, e ordenou a cada um dos deuses que lhe dessem um de seus dons. Assim a nova criatura divina passou a ter muitoos encantos. Por exemplo Afrodite deu-lhe a beleza, Hermes o dom da fala e Apolo, a música. Em seguida Zeus pediu ainda que cada imortal escolhesse um malefício para a humanidade e os depositasse em uma caixa, que a donzela levaria em suas mãos, a denominada Caixa de Pandora. Então ela desceu à terra, conduzida por Hermes, e aproximou-se de Epimeteu, o irmão de Prometeu, e diante dele abriu a tampa do presente de Zeus. Foi então que a humanidade, que até aquele momento havia habitado um mundo sem doenças ou sofrimentos, viu-se assaltada por inúmeros malefícios. Ela tornou a fechar a caixa rapidamente, antes que o único benefício que havia na caixa escapasse: a esperança. Certa manhã os homens descobriram uma colina coberta de arbustos com frutos vermelhos. Eles começaram a banquetear imediatamente e depois de um estremecimento, uma fenda abriu-se no topo do morro e dela emergiu a deusa com suas serpentes terrenas. Os mortais estavam paralisados de medo, mas a deusa acalmou-os dizendo: – Eu sou Pandora, a Doadora de todos os Presentes – e retirou a tampa de seu grande jarro. Dele tirou uma romã, que se tornou uma maçã, um limão, uma pêra, … – Eu trago árvores cheias de flores que dão muitos frutos, árvores retorcidas com olivas penduradas e essa videira que irá sustentar vocês -. A deusa pegou no jarro uma porção de sementes as quais espalhou pela colina e continuou seu discurso. – Eu trago a vocês plantas para matar a fome e para curar a doença, para tecelagem e tinturaria. Sob a minha superfície vocês encontrarão minerais e argilas de inúmeras formas. Eu trago maravilhas, curiosidade e memória. Eu trago sabedoria, justiça com misericórdia, laços de cuidado e de comunhão, coragem, força e persistência. Também trago amabilidades para todos os seres.e as sementes da paz. Assim o novo mito tornou-se a deusa doadora de talentos divinos ou de todos os males da humanidade e retratada com sua famosa caixa. FONTE


Alexandre Cabanel (French, 1823-1889). 'Pandora,' 1873. oil on canvas. Walters Art Museum (37.99): Acquired by William T. Walters, 1873.

ALEXANDRE CABANEL


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DANTE GABRIEL ROSSETTI                                                                           JOHN WILLIAM WATERHOUSE



Um autor, duas obras: John William Waterhouse

MIRANDA
Personagem de "A tempestade", considerada a última peça de William Shakespeare.

Sua primeira encenação foi em 1 de Novembro de 1611 no Palácio de Whitehall em Londres.

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JOHN WILLIAM WATERHOUSE

(Roma, Itália, 6 de abril de 1849 – Inglaterra, 10 de fevereiro de 1917)


Linhas escritas em Thorp Green

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Esse sol de verão, cujo brilho agradável

Agora anima meu espírito tão abatido

Deve frio e distante ficar,

E somente a luz do nosso clima nórdico

Com raios fracos, antes do tempo

Eu desejo tanto ver.

 
E essa suave e sussurrante brisa que agora

Tão gentilmente esfria minha testa febril,

Esta também, ai de mim, deve mudar

Para uma selvagem ventania cujo sopro gelado

Penetra e arrepia-me o coração,

Antes que eu pare de lamentar.

 
E essas flores brilhantes que eu amo tanto,

Verbena, rosa e a doce campânula azul,

Devem cair e morrer lá fora.

Aquelas grossas folhas verdes com todas as suas tonalidades

e sons farfalhantes, devem desaparecer

E todas devem cair.

 
Mas se o ensolarado tempo de verão

E de florestas e campinas em seu vigor

É doce para aqueles que vagueiam

Muito mais doce é o inverno escalvado

Com longas noites escuras e paisagens lúgubres

Para aqueles que estão em Casa !

(Anne Brontë – tradução Dandara Machado)

Pintura: John William Waterhouse


Um autor, duas obras: John William Waterhouse

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JOHN WILLIAM WATERHOUSE

(Roma, Itália, 6 de abril de 1849 – Londres, Inglaterra, 10 de Fevereiro de 1917)


Um autor, duas obras: John William Waterhouse

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JOHN WILLIAM WATERHOUSE
(Roma, Itália, 6 de abril de 1849 – Inglaterra, 10 de fevereiro de 1917)