Revista Virtual de Artes, com ênfase na pintura do século XIX

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Retratos de Mulher: Audrey Hepburn

AUDREY HEPBURN 

(AUDREY KATHLEEN RUSTON)

(Ixelles, Bruxelas, Bélgica, 4 de maio de 1929 – Tolochenaz, Suiça, 20 de janeiro de 1993)

AudreyHepburnAudrey_Hepburn_black_and_whiteAudrey (War and Peace)_019-audrey-hepburnaudrey-hepburn-68Audrey Hepburn photographed by Norman Parkinson, 1955Scan by Rodney Todd-White & Son
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AUDREY HEPBURN – 1955 – Fotógrafo: Norman Parkinson



Retratos de uma mulher: Hedy Lamarr

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HEDY LAMARR, nome artístico de Hedwig Eva Maria Kiesler (Viena, Áustria, 9 de Novembro de 1913 — Altamonte Springs, Orlando, EUA, 19 de Janeiro de 2000)
Mais conhecida como atriz, também é considerada no mundo científico, por ter inventado com um colega, durante a Segunda Guerra Mundial, um sistema de comunicações para as Forças Armadas dos Estados Unidos da América, o qual serviu de base para a atual telefonia celular.

Leia mais: WIKIPEDIA



Retratos de uma mulher: Romy Schneider – 2

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ROMY SCHNEIDER

Romy Schneider, nome artístico de Rosemarie Magdalena Albach (Viena, Áustria, 23 de setembro de 1938Paris, França, 29 de maio de 1982)


Retratos de uma mulher: Rita Hayworth

rita_hayworth-011ritahayworth00-hayworth-rita18-87-rita hayworth 2Rita Hayworth in The Strawberry Blonde (1941)

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Rita Hayworth

nome artístico de Margarita Carmen Cansino

(Nova Iorque, 17 de outubro de 1918 — Nova Iorque, EUA, 14 de maio de 1987)


Retratos de Mulher: Marilyn Monroe – 2

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BEN HEINE


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RENATO CASARO



Retratos de uma mulher: Elizabeth Taylor

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Elizabeth "Liz" Rosemond Taylor (Londres, Inglaterra, 27 de fevereiro de 1932 — Los Angeles, EUA, 23 de março de 2011)



Retratos de uma mulher: Bette Davis

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Retratos de uma mulher: Romy Schneider

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ROMY SCHNEIDER – BIOGRAFIA



Retratos de uma mulher: Ava Gardner

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AVA GARDNER – BIOGRAFIA



JUDY GARLAND

Nome Verdadeiro:
Frances Ethel Gumm 
Data de Nascimento: 10/06/1922 – Grand Rapids, Minnesota, EUA
Data da Morte:
22/06/1969 – Chelsea,Londres, Inglaterra
 
 
 
Judy Garland, uma das estrelas mais brilhantes de Hollywood, pouco tinha a ver com as personagens de seus 36 filmes. Em Nasce uma estrela, no qual interpretou uma atriz decadente, talvez tenha passado perto. Mas sua vida teve momentos bem mais dramáticos e trágicos do que ela viveu nas telas, Judy Garland morreu em 1969, aos 47 anos, vítima de
constantes dietas, de seu alcoolismo e do vício em remédios.
 
 

 

 


JEAN HARLOW (1911-1937)

Foi a primeira vamp a virar heroína no cinema. Seu loiro platinado logo a marcou como o símbolo sexual dos anos 30, em um fenômeno semelhante ao de Marilyn Monroe. Harlow, porém, sempre personificou mulheres cruamente sexuais, fortes, vorazes. Jean Harlow nasceu em Kansas City em 3 de março de 1911 e entrou para o cinema em 1928, atuando por dois anos em papéis pequenos. Formou pares inesquecíveis com James Cagney e principalmente com Clark Gable. Após três rápidos casamentos (seu segundo marido, o produtor Paul Bern, suicidou-se no mesmo ano do casamento, 1932), ela terminou sua carreira fulminante aos 26 anos ( 7 de junho de 1937), vítima de edema cerebral em meio às filmagens de Saratoga, com Gable.

Marilyn Monroe

“Eu sabia que eu pertencia ao público e ao mundo, não pelo fato de ser talentosa ou até mesmo bonita, mas porque eu nunca pertenci a nada ou a ninguém.”

Marilyn Monroe

(1°  de junho de 1926 – 5 de agosto de 1962)

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Leia Biografia da diva

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ROMY SCHNEIDER

Romy Schneider, após cinco filmes de enorme sucesso encarnando Sissi (a imperatriz Elisabeth- da Áustria) no cinema, teve alguma dificuldade em se separar desta imagem, mas com seu talento genuíno acabou por se impor como atriz universal. Ao ser convidada, em 1958, para fazer o filme Christine com Alain Delon, a mãe, já uma reputada atriz acompanhou-a a Paris, vigiando-a de perto. Como Romy não sabia francês nem inglês, os primeiros tempos das filmagens não foram nada fáceis e sabe-se que o amor entre Romy e Delon só surgiu quando as filmagens seguiam adiantadas e quando puderam finalmente ficar a sós numa viagem que fizeram a Bruxelas para participarem de um baile. Romy,totalmente apaixonada e  num ato de independência, decidiu passar a viver em Paris. Ela tinha 20 anos e Alain Delon, 23 e durante anos os fotógrafos não os deixaram em paz. Nesse período de euforia amorosa, os «namorados eternos» chegaram a declarar-se noivos em março de 1959,mas jamais se casariam. Foram o par mais harmonioso e bonito do cinema europeu.
Sob a direcção de Visconti, uma obra de John Ford com Romy e Delon foi adaptada ao teatro, em Paris, na primavera de 1961: Domage qu’elle soit une putain. Mais um desafio para Romy, que teve de dominar o francês e foi um razoável sucesso, tendo
ficado em cartaz por oito meses. A partir daí,Romy passou a ser encarada como uma verdadeira atriz e não faltaram convites para filmar. A ex-Sissi fez questão de mostrar ao mundo que era muito mais que uma
mulher deslumbrante, de uma beleza delicada, com uns olhos entre o verde e o azul num rosto perfeito, uma voz doce e um corpo de Afrodite. Em 1963, já tinha dez filmes no seu currículo, pois iniciara a carreira aos 15 anos, num filme ao lado da mãe. Embora austríaca filmou também na Alemanha, em início de carreira.
Paris sorria-lhe.Era elegantíssima, dentro e fora da tela. A grande dama da moda, Coco Chanel adorava ver Romy vestida com os seus tailleurs e colares de pérolas e ficaram amigas.
O diretor Visconti tornou-a um símbolo sexual, num episódio do filme Bocaccio 70. No ano seguinte, Romy filmou O Processo, de Kafka com Orson Welles.Em 1963, foi a vez de Otto Preminger que consolidou a sua carreira de grande atriz internacional no filme O Cardeal. Foi dirigida pelos mais prestigiados diretores,tais como Claude Sautet, Claude Chabrol, Joseph Losey, Costa-Gavras. Andrzej Zulawski e tantos outros. E os atores, com as quais contracenou, eram, sem dúvida «a nata» do cinema mundial: Jack Lemmon, Antony Quinn, Jean Claude Brialy, Jean-Louis Trintignant, Peter O’Toole, Michel Piccoli, Antony Perkins, Harvey
Keitel, Hugo Tognazi, Marcello Mastroianni, Yves Montant, Richard Burton, Silvana Mangano, Jane Birkin, Isabel Huppert, Jeanne Maureau…
O seu filme de maior sucesso foi A Piscina, de 1968. Nessa altura, sua tórrida relação de 5 anos com Alain Delon (entre 1958-1963) havia terminado, mas Romy não deixou de mostrar o seu profissionalismo, embora especulassem que o filme os podia fazer de novo cair nos braços um do outro. Mas tal não aconteceu. Sabe-se que Romy sofreu muito quando Alain Delon a trocou  por uma tal Nathalie Barthelemy.Ela filmava em Hollywood e Delon em Madrid rodava A Tulipa Negra e deixava-se fotografar com Nathalie com quem viria a casar. Romy, um pouco por despeito, casou em 1964, com o diretor Harry Mayen. Com ele teve o filho  David, esse filho adorado que viria a marcar,até ao fim, a sua vida.Divorciaram-se em 1972 e seu marido exigiu-lhe metade de sua fortuna para que ficasse com a guarda da criança. Harry, cinco anos mais tarde, suicidou-se.
A vida,, apesar de tudo, sorria à bela Romy, que fez entre 1953 e 1982 sessenta e três filmes. De um segundo casamento com o seu secretário, Daniel Biasini, teve a filha Sara, em 1977. Mas Biasini não terá sido o companheiro ideal para uma Romy bastante fragilizada no domínio dos amores. Sucesso no cinema,na vida privada Romy sofria de depressão e sabe-se que se refugiava no álcool e comprimidos e que parava para fazer curas de desintoxicação. O cinema e os filhos davam-lhe sentido à vida.
Por fim a tragédia. Como na vida da imperatriz Sissi, que viu o seu filho Rodolfo suicidar-se com a amante do momento (hoje sabe-se que foram assassinados),também Romy passou pelo transe de ver o filho David morrer de forma trágica, espetado nas lanças do gradeamento que protegia a casa da atriz. Estava-se em 1981 e David tinha apenas 14 anos. Romy Schneider não mais se recompôs dessa dor insuportável. Tinha a filha Sara, ainda muito pequena e resolveu comprar uma propriedade e ir viver no campo. Já separada de Biasini e com um novo companheiro, passou a viver em Boissy-Sans-Avon e numa manhã triste de maio de 1982  a encontraram  morta. Tinha 43 anos. O mundo ficou consternado . A França , que sempre considerou Romy Scnheider como «sua», em 1995 fez a emissão de uma moeda de ouro de cem francos com o seu rosto.
Em Dezembro de 1999 a Fígaro Magazine fez uma grande pesquisa sobre as dez mais belas mulheres do século XX e Romy Schneider ficou em primeiro lugar, logo seguida de Ava Gardner.
 
Nome verdadeiro: ROSEMARIE MAGDALENA ALBACH-RETTY
Nascimento: 23/09/1938, Viena, Áustria
Filiação: Wolf Albach-Retty e Magda Schneider
Casamento: Harry Meyen (1966) e Daniel Biasini (1975):
Filhos: David e Sara-Magdalena
Falecimento: 29/05/1982, em seu apartamento – Paris
Causa: Parada cardíaca (causada por dose de soníferos e álcool)
 

Ava Gardner

Nome Verdadeiro:  Ava Lavinia Gardner 
Data de Nascimento:  24/12/1922 
Nacionalidade:  Grabtown, Carolina do Norte, EUA
 
Ava Lavinia Gardner nasceu no ano de 1922, em Grabtown, Carolina do Norte, EUA. O animal
mais excitante do mundo… Assim, uma publicidade da MGM anunciava a presença de Ava Gardner em uma de suas produções. Logo que despontou, entre o final dos anos 40 e início dos 50, a sensual atriz começou a desbancar Rita Hayworth do posto de Rainha de Hollywood.
Nascida em uma família pobre do Estado da Carolina do Norte, Ava chegou a Hollwood tentando
uma carreira de modelo e atuando em filmes em que não era creditada e pelos quais assinava contratos de 50 dólares por semana. Nessa fase, o produtor Louis B. Mayer foi um dos primeiros a enxergar nela algum talento, ao dizer: Ela não sabe atuar, não sabe falar.
Ela é fantástica.
Aos poucos, a atriz mostrou que também poderia desempenhar bons papéis, além de viver as
costumeiras femmes fatales. Um de seus primeiros desempenhos marcantes figura no filme "Os Assassinos", em que contracena com o então iniciante Burt Lancaster. Na seqüência, fez
"Orgulho e Ódio", "As Neves do Kilimanjaro" e "Mogambo", onde vivia um triângulo amoroso com Clark Gable e Grace Kelly.
Mesmo oriunda do coração da América, alguns de seus melhores tipos foram, curiosamente,
personagens não-WASPs, como a mestiça de "O Barco das Ilusões", a espanhola de "A Condessa Descalça" e a anglo-hindu de "A Encruzilhada dos Destinos".
Ava Gardner se celebrizou também por seu temperamento, tendo ganho a fama de ser
extremamente irrascível nos sets de filmagem, e por sua vida pessoal atribulada. A atriz se envolveu com várias celebridades, como o ator Mickey Rooney, o band leader Artie Shaw e Frank Sinatra.
Sua dependência do álcool não a impediu de continuar atuando na década de 70, mas suas
participações no cinema foram diminuindo gradualmente. Cada vez mais reclusa, morando sozinha em um apartamento londrino, a atriz sofreu um derrame em 89, cujo tratamento foi inteiramente custeado por Sinatra.
Ava Gardner faleceu em Londres, no dia 25 de janeiro de 1990, vítima de bronco-pneumonia.

fonte: www.video21.com.br

Greta Garbo

"Eu nunca disse: eu quero estar sozinha, eu disse somente, eu quero ser deixada só. Há muita diferença nisso."  Essa é uma frase conhecida de Greta Garbo.
Uma lenda original de Hollywood, sua beleza universal e que tira o fôlego de qualquer um, além de sua presença esquiva oprimiram e admiravam telespectadores em torno do mundo.
Em 18 de Setembro de 1905 nasceu Greta Lovisa Gustafsson, em Éstocolmo, Suíça. Em 1923, com
17 anos, foi dirigida por Mauritz Stiller em seu primeiro filme dramático. Ao completar 18 anos mudou seu nome para Greta Garbo. Louis B. Mayer da MGM trouxe Garbo e Stiller ao
estúdio em 1925 e em 1926, ela conquistou Hollywood com seu primeiro filme americano "The Torrent".
A primeira mulher moderna a combinar presunção e feminilidade, conseguiu o sucesso em filmes
mudos tais como "Flesh and the Evil" e logo ficou conhecida apenas como "Garbo."
"Garbo’s Talk!" proclamou a imprensa para descrever sua transição aos filmes com áudio, no
filme "Anna Christie" (1930). Sua voz inconfundível adicionou uma maior expressão artística às suas brilhantes caracterizações. Sua presença dramática na tela redefiniu atuar. Recebeu menções honrosas e prêmios por seu trabalho em clássicos como "Camille," "Ninotchka," e "Anna Karenina."
Um dos rostos mais famosos século XX, suas características eram ideais. Era fotogênica, pôde
ser fotografada de todos os ângulos e com qualquer tipo da luz. A câmera amou-a.
Internacionalmente popular na década de 30, Garbo tornou-se ditadora de moda e criou um novo
tipo de glamour: uma combinação de sensualidade e mistério.
Guardou com cuidado sua vida pessoal da imprensa, mas seu ar misterioso fez o público
implorar para saber mais sobre ela.
(fonte:www.solymar.com.br)
Greta não voltou às telas depois de Duas vezes meu, de 1941. parou de filmar aos 36 anos, no auge de sua beleza e do seu sucesso. Durante a carreira, ela teve quatro indicações para o Oscar de melhor atriz, por Romance(1930), Anna Christie (1930), A dama das camélias (1936) e
Ninotchka (1939). Mas acabou ganhando só um Oscar honorário, em 1955. Deixou Hollywood para viver num grande apartamento da Rua 52 em Nova York, com vista para o East River. Só posou para fotos em mais três ocasiões, para Cecil Beaton, Antony Beauchamp e George
Hoyningen-Huene. Depois disso,centenas de paparazzi tentaram capturar o que o envelhecimento estaria fazendo ao seu rosto magnífico. tudo o que conseguiram foram imagens granuladas de uma esfinge sueca, sempre escondida por chapéus, óculos escuros e lenços.
(Tonica Chagas – para O Estado de São Paulo – 30 de outubro/2005- Caderno2)
 
Greta Garbo faleceu no dia 15 de abril de 1990, com 84 anos.

Ingrid Bergman

Uma das mulheres mais bonitas a aparecer no cinema, a atriz sueca Ingrid Bergman tornou-se a maior diva do cinema nos anos 40 ao conquistar, com sua beleza celestial, seu enorme talento e seu carisma quase inabalável tanto a crítica quanto o público e enfileirar uma série de sucessos inesquecíveis entre os quais se destaca o soberbo Casablanca, de 1942.
Nascida em 1915, em Estocolmo, capital da Suécia, Ingrid teve uma infância complicada: sua mãe morreu quando ela tinha apenas dois anos, seu pai, quando tinha doze – assim como a tia que criara a atriz até então. Sua herança, entretanto, viabilizaria seus estudos no Teatro Dramático Real de Estocolmo. Em 1934, Ingrid faz sua estréia nas telas com um pequeno papel em Munkbrovregen.
A primeira protagonista seria entregue à atriz no ano seguinte no filme Brunninger. Com o sucesso do melodrama Valborgsmassoafen, de 1936, ela se tornaria rapidamente uma das maiores estrelas de seu país. No mesmo ano, estrelaria o romance Intermezzo, que lhe abriu as portas de Hollywood ao ser assistido pelo famoso produtor David O. Selznick.
Já com um contrato hollywoodiano nas mãos, Ingrid estrelaria, em 1939, o remake em inglês de Intermezzo, Intermezzo: A Love Story. Logo a beleza rara da atriz, fora dos padrões convencionados em Hollywood, a tornaria a menina dos olhos dos executivos dos estúdios. Depois de um breve retorno à Suécia, onde apareceu em Juninatten, estrelou a peça da Broadway "Liliom" e, no ano seguinte, o filme da MGM Adam Had Four Sons, seguido por Rage in Heaven.
Ela ainda apareceria em uma adaptação do clássico de Robert Louis Stevenson, O Médico e o Monstro antes de encantar o mundo com a determinada heroína Ilsa do magnífico Casablanca, clássico que fez dela uma das maiores estrelas de todos os tempos, uma lenda ao lado de seu par perfeito no filme, Humprey Bogart. Curiosamente, Ingrid só foi escolhida para o papel depois de várias outras atrizes o terem rejeitado.
Depois de se tonar um grande atrativo nas bilheterias, ela interpretou a protagonista do clássico de Ernest Hemingway, Por Quem os Sinos Dobram, obtendo as bençãos do próprio escritor para encarnar o papel que lhe daria também uma indicação ao Oscar daquele ano. Em seguida, filmaria Saratoga Trunk, um filme que, por problemas burocráticos, só seria lançado no ano seguinte e apareceria em Gaslight, ao lado de Charles Boyer, filme que lhe rendeu o Oscar e o Globo de Ouro.
No ano seguinte, Bergman rodou com o mítico diretor Alfred Hitchcock o sucesso Quando Fala o Coração, seguido por Interlúdio, ainda sob a batuta do mestre do suspense. Ela ainda teria tempo de fazer, entre os dois, Os Sinos de Santa Maria. Os três filmes fizeram de Ingrid Bergman a maior campeã de bilheteria do país.
Após cumprir seu contrato com Selznick, tornou-se uma atriz free-lancer. Nesta condição, viveria uma prostituta em Arch of Triumph – pelo qual recebeu uma resposta negativa do público, que lhe idolatrava no papel de heroínas cândidas – e o papel-título de Joana D’Arc, este sim mais de acordo com seu perfil. Mas o filme conseguiu apenas um sucesso moderado e o mesmo aconteceria com a produção seguinte, Sob o Signo de Capricórnio, novamente com Hitchcock.
A atriz passaria então a reconsiderar suas escolhas. Tocada pelo trabalho do diretor italiano Roberto Rossellini na obra-prima do neorealismo italiano Roma: Cidade Aberta, Ingrid anuncia sua vontade de trabalhar com o diretor e aceita um papel em Stromboli, de 1950. Os dois se apaixonaram durante a produção do filme e ela engravida do diretor, embora ainda fosse casada com o médico sueco Peter Lindstrom, o que geraria críticas contra a atriz no mundo todo.
Após separar-se de Lindstrom, a atriz logo se casou com Rossellini, com quem mais tarde teria filhas gêmeas, uma das quais, a futura atriz Isabella Rossellini. Mas as conseqüências para sua carreira já começavam a aparecer com a proibição de Stromboli em vários países, incluindo um boicote do público. O casal faria uma série de bons filmes nos anos seguintes, mas sempre desdenhados pelo público. Em 1956, a atriz estrelou Elena et les Hommes, de Jean Renoir, mas o filme também foi um fracasso.
Nenhuma outra estrela da magnitude de Ingrid Bergman fora punida tão severamente por algo que ocorrera em sua vida pessoal. Mas em 1956, ela conseguiu dar a volta por cima e conquista o público, a crítica e mais um Oscar com o drama histórico Anastasia. Dois anos depois, ela apareceria em Indiscreet, de Stanley Donen, e The Inn of the Sixth Hapiness. Em 1959, a atriz se casa pela terceira vez, com o empreendedor sueco Lars Schimidt.
Nos anos seguintes, Ingrid afastou-se temporariamente do cinema, voltando em 1961 com Aimez-Vous Brahms?, que seria seguido por outro hiato de três anos em sua carreira, encerrado com The Visit. Depois de The Yellow Rolls Royce, de 1965, ela apareceria ainda no sueco Stimulatia e na produção de Stately Mannsions, peça de Eugene O’Neill. O sucesso no teatro renovaria o interesse do público pela atriz, que estrelou em 1969 o filme Cactus Flower e, no ano seguinte, Spring Rain, antes de voltar aos palcos, em 1971, com "Captain Brassbound’s Conversion".
Em 1974, Bergman ganharia mais um Oscar, desta vez como melhor atriz coadjuvante por seu trabalho na adaptação do suspense de Agatha Christie, Assassinato no Orient Express. Ela ainda contracenaria com Liza Minelli em Questão de Tempo e trabalharia com o consagrado diretor sueco Ingmar Bergman – com quem não tinha relação de parentesco – na obra-prima Sonata de Outono, de 1978, sua última aparição nas telas grandes. Em 1980, Bergman lançou sua autobiografia, Ingrid Bergman: Minha História e, dois anos depois, participou de seu último trabalho, a minissérie “A Woman Called Golda”, biografia da primeira-ministra israelense Golda Meir exibida pela TV. Ingrid Bergman morreu em 29 de agosto de 1982 em Londres, no dia de seu 67º aniversário, vítima do câncer.
fonte:www.dvdshow.com.br

Marilyn Monroe

Marilyn nasceu no Hospital Geral do Condado de Los Angeles.
Como sua mãe era muito doente, ela foi enviada para um orfanato, de onde saiu para ser
entregue a pais adotivos quando já tinha idade suficiente para varrer e lavar pratos. Aos quinze anos, já havia morado com onze famílias diferentes.
Pouco depois de completar 16 anos, Marilyn casou-se com James Dougherty no dia 19 de junho de
1942. A família Dougherty era vizinha dos pais adotivos com quem Marilyn estava. Ela gostava de Jim e o casamento permitiria que ela tivesse o seu próprio lar e a segurança que ele forneceria.Quando Jim foi chamado para o serviço militar, Marilyn foi procurar trabalho.
Foi na fábrica Radio Plane,onde montava hélices, que o fotógrafo profissional David Conover
descobriu Marilyn, que na época ainda se chamava Norma Jean Dougherty.
Ao contar ao fotógrafo que seu desejo era tornar-se estrela de cinema, ele
explicou que o melhor caminho era tornar-se modelo. Ela procurou  a Blue Book Modeling and Studio Agency onde conheceu Emmeline Snively,que lhe disse que se ela pretendia ser atriz em Hollywood,deveria voltar a ser solteira.Também foi ela que sugeriu a Marilyn trocar a cor dos cabelos de castanhos para loiro platinado. Ela virou modelo em tempo integral e sua imagem apareceu em várias capas de revistas, o que chamou a atenção do magnata Howard Hughes.
Marilyn foi chamada pelo chefe da agência de novos talentos da Fox, Ben Lyon. Foi ele quem
escolheu o nome Marilyn e ela escolheu Monroe, que era o sobrenome de sua avó.
Sua estréia foi em Tormentas de Ódio. Depois apareceu em Idades
Perigosas, mas não obteve mais nenhum papel e seu contrato foi rescindido.
Contratada pela Columbia por seis meses, foi dispensada depois de Mentira Salvadora. Seu
agente, Harry Lipton conseguiu-lhe um papel em Loucos de Amor, dos irmãos Marx.
Novamente ficou sem emprego, o que fez com que aceitasse posar para o ensaio fotográfico que
ficou famoso, a foto nua sobre o fundo vermelho. Pelo trabalho, recebeu 50 dólares.
Sua aparição no filme dos irmãos Marx impressionou um dos poderosos agentes de Hollywood,
Johnny Hyde, que arranjou o teste para o papel da amante de Louis Calhern em O Segredo das Jóias. O resultado foi a assinatura de um novo contrato de sete anos com a Fox.
Conseguiu outro papel em A Malvada  e enquanto filmava Almas Desesperadas,  o estúdio
descobriu a foto do calendário. Quando Marilyn revelou que havia feito o trabalho por necessidade de dinheiro, o público ficou comovido pelo passado trágico da atriz, em vez de condená-la publicamente.
Em seguida, trabalhou em Torrentes de Paixão , Como Agarrar um Milionário e Os Homens
preferem as Loiras, que tem o número clássico de Marilyn com o vestido cor-de-rosa cantando que os diamantes são os melhores amigos de uma garota.
Em 1952 ,Marilyn conheceu o ex-jogador de beisebol Joe DiMaggio e dois anos depois casou-se
com ele, mas o conflito entre a vida caseira e a carreira chegou ao limite durante as filmagens de O Pecado mora ao Lado.
A cena em que o vento levanta a sua saia foi o limite para o ciumento DiMaggio e o casamento
acabou. Marilyn tinha prestígio de estrela, mas não era levada a sério como atriz e estava irritada com os pápeis de "loira burra"que recebia. Ela partiu para Nova York, onde virou aluna do Actors Studio, mas o método de Lee Strasberg que envolvia a análise do interior do ator foi nocivo para ela, só aumentando suas inseguranças pessoais.
O romance com Arthur Miller, autor de Morte do Caixeiro Viajante e As Bruxas de Salém levou
ao casamento em 1956.
Através da sua companhia, a Marilyn Monroe Productions, fez O Príncipe e a Corista, dirigido
e protagonizado por Laurence Olivier.
O filme não foi um sucesso e Marilyn retornou a Los Angeles e fez aquele que é considerado
seu melhor trabalho, Quanto mais Quente Melhor, com Jack Lemmon e Tony Curtis.
Nos bastidores de Adorável Pecadora, conheceu o galã francês Yves Montand e eles tiveram
um romance passageiro que o ator definiu como "uma atração infantil de Marilyn".
Durante a filmagem de Os Desajustados, o casamento com Miller terminou. Ele adaptara sua
peça especialmente para ela, que contracenou com seu ídolo de infância Clark Gable. Mas Marilyn estava em sua pior fase, com atrasos constantes e dependente de soníferos e álcool.
Para piorar, depois do término das filmagens, Gable faleceu e a imprensa a acusou de ser
responsável pelo enfarte do ator.Ela teve um colapso nervoso e internou-se numa clínica. Ligou para Joe DiMaggio que a levou para um hospital e aparentemente recuperada, comprou uma casa em Brentwood, um bairro de Hollywood.
Era 1962, e ela havia recuperado sua boa forma, começando a trabalhar em Something’s Gotta
Give.Mas enfureceu os produtores quando entregou uma licença médica justificando sua ausência nas filmagens enquanto estava no Madison Square Garden, cantando o Parabéns pra você para o presidente John Kennedy. Aliado aos seus atrasos e dificuldade de lembrar suas falas, ela foi demitida e o filme interrompido.
Seu envolvimento com John Kennedy começou depois que eles foram apresentados por Peter
Lawford, casado com a irmã do presidente, Pat. Famoso mulherengo, John dispensou Marilyn e enviou o irmão Bobby para acalmá-la (que também teve um romance com ela). Como ele também era casado, logo terminou seu caso com ela, que ficou desesperada.
Marilyn foi encontrada pela secretária Eunice Murray, estava na cama, de bruços, com o fone
fora do gancho nas mãos. A dose letal de nembutal que teria tomado foi dada como causa da morte. Até hoje existem dúvidas se foi acidente ou assassinato, motivado por suas ligações com os Kennedy.
Quem cuidou do enterro foi Joe DiMaggio, que foi seu amigo até o fim.
Mandou que depositassem rosas vermelhas no túmulo de Marilyn três vezes por semana, para sempre…
 
Nome real: Norma Jean Baker
Data de nascimento: 01/06/1926
Data falecimento: 05/08/1962
Olhos: Azuis
Cabelos : Loiros (tingidos)
Altura: 1,68 m
Local : Los Angeles,CA.
Nome da mãe: Gladys Pearl Monroe
Nome do pai: Stanley Gifford
Primeiro marido: James Dougherty
Segundo marido: Joe DiMaggio
Terceiro Marido: Arthur Miller
Primeiro papel de destaque: Torrentes de Paixão
Último filme: Os Desajustados
 
 

Rita Hayworth

Rita Hayworth (Margarita carmem Cansino)
Nasceu em Nova York – 17 de outubro de 1918
Morreu em Nova York – 16 de maio de 1987
 
Filha de um bailaríno espanhol (Eduardo Cansino) e de uma atriz (Volga Haworth), Margarita Carmen Cansino – seu nome de nascimento – desde sua adolescência atuava como bailarina profissional em shows de variedades, na companhia artística liderada por seu pai chamada "The Dancing Cansino´s".
Em 1935, aos dezessete anos, um caça talentos da Fox a leva para Hollywood. Imediatamente
começa a trabalhar e é com uma aparição rápida em "O inferno de Dante" que faz sua estréia, seguida de outras aparições em pequenos papéis. Dois anos depois é despedida e, quando tudo parecia perdido, conhece o produtor Edward Judson, com quem mais tarde  contrairia matrimônio. Por meio dele, é contratada pela Columbia por sete anos e, a partir daí, passa a ser conhecida como Rita Hayworth. Uma rigorosa dieta, retoques nos cabelos, transformou-a em uma das mulheres mais bonitas do seu tempo com uma fulgurante carreira cinematográfica.
Em 1941, Rita dança com Fred Astaire em " Ao compasso do amor" e o sucesso é estrondoso. A
esta produção se somaram outras, tais como "Sangue e Areia" (também de 1941), "Modelos" (1944), onde contracena com Gene Kelly; "Seis destinos", etc… Coincidindo com sua espetacular mudança estrelou "Gilda"(1946), de Charles Vidor, o filme que a consagraria como mito de beleza e sedução. A esta produção se seguiram outras, cabendo destacar "A dama de Shanghai"(1948), obra mestra de Orson Welles, com quem estava casada na ocasião.
Em 1949, uniu-se ao príncipe paquistanês Alí-Khan, filho do todo poderoso e milionário chefe
religioso e político Agha Khan. Com ele teve uma filha, Yasmin.
Depois de breve intervalo, Rita pede o divórcio e regressa a Hollywood, voltando às telas em 1953, com "Salomé" e outros
 filmes de pouco sucesso. Em 1957, ela se descuida da imagem e a Columbia se vinga com uma rival. O estúdio resolve investir em outra atriz mais jovem (Kim Novak) e liquidar seu contrato com só mais dois filmes. Os projetos com Rita vão se desmoronando até que, em 1958, ela aparece em "Vidas separadas" para a United Artists, num papel dramático e de grande
sucesso de bilheteria.
Rita faria somente mais onze filmes de pouca repercussão, encerrando sua presença nas telas
em 1972, no filme "A ira divina".
Sua vida sentimental foi recheada de casamentos e divórcios: Edward Judson (1937-43), Orson
Welles (1943-47), com quem teve uma filha – Rebeca, Ali Khan (1949-1953), Dick Haines (1953-55) e James Hill (1958-61). Esteve no Brasil por duas vezes: no carnaval de 1960 e em 1976.
Os últimos anos de sua vida estiveram marcados pela degradação física e psicológica,
provocada pelo Mal de Alzheimer, que a vitimou no dia 16 de maio de 1987, com 68 anos de idade.