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Revista Virtual de Artes, com ênfase na pintura do século XIX

CINEMA

Retratos de uma mulher: Bette Davis

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Retratos de uma mulher: Romy Schneider

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ROMY SCHNEIDER – BIOGRAFIA



RETRATOS DE MULHER: MARILYN MONROE

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Meus dois carinhos

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Rita Hayworth (Nova Iorque, EUA, 17 de outubro de 1918 — Nova Iorque, EUA, 14 de maio de 1987)

Frank Sinatra (Hoboken, Nova Jérsei, EUA, 12 de dezembro de 1915 — Los Angeles, EUA, 14 de maio de 1998)


The lady is a tramp – Filme: Meus dois carinhos
(de George Sidney) – 1957


Bette Davis

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Bette Davis, nome artístico de Ruth Elizabeth Davis (Lowell, Massachussets,EUA, 5 de Abril de 1908 — Neuilly, 6 de outubro de 1989)

Atriz norte-americana de cinema, televisão e teatro. Ideal de beleza de Hollywood, mas que veio a fascinar pela expressividade de seus olhos, interpretou brilhantemente a mulher emancipada, muitas vezes autoritária, que personificava a bad girl sem escrúpulos. Em seus freqüentes confrontos com os executivos dos estúdios, a atriz conseguiu impor seu direito à escolha dos filmes, um privilégio pouco usual na época. Os papéis em que Bette Davis representou personagens com personalidades próximas do absurdo (O Que Terá Acontecido a Baby Jane?, de 1962) contam-se entre as suas mais convincentes interpretações, impressionantes do ponto de vista psicológico. A atriz foi premiada em duas ocasiões com Oscars, por sua atuação em Perigosa, em 1935, e em Jezebel, de 1938.

Fonte: NetSaber

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Gregory Peck

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Eldred Gregory Peck  (La Jolla, Califórnia, EUA , 5 de Abril de 1916 – 12 de Junho de 2003)

Filho de um farmacêutico, que se divorciou quando ele tinha apenas cinco anos, Gregory Peck foi basicamente criado por sua avó.  Adolescente, iniciou seus estudos de medicina na Universidade de Berkeley, quando se interessou em participar das atividades do teatro universitário.  Pouco tempo depois, decidiu redirecionar seus estudos para a arte de representar.  Assim, após ser graduado pela "The Neighborhood Playhouse School of the Theatre", em Nova York, estreou na Broadway, em 1942, na peça "The Morning Star" de Emlyn Williams.  No ano seguinte, foi para Hollywood, conseguindo ser contratado pelos Estúdios da RKO Radio Pictures e estrear no cinema em 1944 no filme "Quando a Neve Tornar a Cair".
O estrelato, ele o alcançou no mesmo ano por sua excepcional atuação no filme "As Chaves do Reino", quando foi indicado ao Oscar de Melhor Ator, perdendo a estatueta para Ray Milland, por seu trabalho em "Farrapo Humano".  Sua carreira em Hollywood se estendeu por mais de cinco décadas, ao longo das quais foi agraciado com o Oscar por sua atuação em "O Sol é para Todos" e com quatro outras indicações.  Consagrado profissionalmente, Peck passou a atuar apenas em filmes que lhe interessavam.
Em 1967, recebeu da Academia Cinematográfica de Hollywood o Prêmio Humanitário Jean Hersholt.  Em 1969, recebeu do Presidente Lyndon Johnson a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração americana reservada a civis.  Politicamente liberal, Gregory Peck sempre batalhou pelas causas ligadas a movimentos humanitários, políticos e do interesse da indústria cinematográfica.
Em outubro de 1942, casou-se com Greta Kukkonen, de quem se divorciou treze anos depois.  Voltou a se casar em 31/12/1955 com a jornalista francesa, Véronique Passani, com quem viveu até sua morte.  Do primeiro casamento, teve três filhos, Jonathan, Stephen e Carey Paul, enquanto que, do segundo, teve um casal, Tony e Cecilia.  Jonathan, repórter de TV, suicidou-se aos 30 anos.  Tony e Cecilia seguiram a carreira do pai.

Fonte: 65anosdecinema


JEAN HARLOW

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Jean Harlow, nome artístico de Harlean Carpentier (Kansas City, EUA, 3 de março de 1911 — Los Angeles,EUA, 7 de junho de 1937)

Jean Harlow foi a primeira vamp a virar heroína no cinema. Seu loiro platinado logo a marcou como o símbolo sexual dos anos 30, em um fenômeno semelhante ao de Marilyn Monroe. Harlow, porém, sempre personificou mulheres cruamente sexuais, fortes, vorazes. Entrou para o cinema em 1928, atuando por dois anos em papéis pequenos. seu primeiro filme como estrela foi "The Love Parade" e passou a "sex-symbol" platinada a partir de "Bombshell" (Mademoiselle Dinamite). Formou pares inesquecíveis com James Cagney e principalmente com Clark Gable. Após três rápidos casamentos (seu segundo marido, o produtor Paul Bern, suicidou-se no mesmo ano do casamento, 1932), ela terminou sua carreira fulminante aos 26 anos (7 de junho de 1937), vítima de edema cerebral em meio às filmagens de Saratoga, com Gable.

Fonte: NostalgiaBR


GALERIA

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Federico Fellini

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Federico Fellini (Rimini, Itália, 20 de janeiro de 1920 — Roma, Itália, 31 de outubro de 1993)

Um dos mais importantes cineastas italianos. Nasce em Rimini, cidade litorânea onde vive até os 17 anos numa família da pequena burguesia. Durante a adolescência, entra em contato com o circo, os filmes de Hollywood e as histórias em quadrinhos americanas, que influenciarão seu estilo.
Em 1937 muda-se para Florença, onde trabalha como caricaturista. No ano seguinte vai para Roma estudar direito, mas acaba criando histórias em quadrinhos e canções para o teatro de revista e rádios. Começa no cinema aos 19 anos, escrevendo roteiros de comédia.
Em 1945 colabora no roteiro de um dos marcos inaugurais do neo-realismo italiano, Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini. Estréia na direção em 1952, com Abismo de um Sonho. Casa-se em 1943 com Giulietta Masina, estrela de vários de seus filmes. Em 1953 realiza Os Boas-Vidas. A consagração vem com A Estrada da Vida (1954), ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro e do Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza.
Em 1957 conquista o segundo Oscar com As Noites de Cabíria. Em 1960 filma A Doce Vida, que trata da decadência da burguesia italiana. Três anos depois dirige Fellini Oito e Meio, obra autobiográfica sobre um cineasta em crise.
O filme rende-lhe o terceiro Oscar. Com Amarcord (1973) – que quer dizer eu me lembro no dialeto natal de Fellini – ganha o quarto Oscar. No filme, reconstrói sua juventude em Rimini durante a ascensão política do fascismo. O último sucesso de público é E la Nave Va, rodado em 1983. Dez anos depois recebe mais um Oscar, pelo conjunto da obra. Seu último filme é A Voz da Lua (1990).

Fonte: Algo sobre


La dolce vita

Cena de La dolce vita – com Marcelo Mastroianni e Anita Ekberg, direção de Fellini