Revista Virtual de Artes, com ênfase na pintura do século XIX

Qualquer semelhança é mero plágio…

O homem nasce original e morre plágio, disse Millôr Fernandes. Na Grécia Antiga, quando não havia editoras profissionais nem o ECAD, direito autoral e originalidade não eram questões relevantes, e Platão e Aristóteles surrupiavam na cara dura as ideias mais geniais de seus alunos e discípulos, bem como de outros filósofos. De Shakespeare a Tom Jobim, são muitos os baluartes da cultura acusados de cometer plágio sistematicamente, mas conta a favor deles o fato de terem melhorado sensivelmente o que quer que tenham copiado.

O plágio apresenta diferentes nomenclaturas conforme a sua área de atuação. Na literatura é mais conhecido como intertextualidade; na universidade, como citação; na música, como releitura. Também recebe os nomes de influência, apropriação, imitação, adaptação, referência, transposição, homenagem, etc. No rock n’roll o plágio é comum e bem aceito, tanto é que o Led Zeppelin, para muitos a maior banda de todos os tempos, tem um longo rol de cópias e versões não creditadas, especialmente nos três primeiros discos.

Nos vídeos abaixo podemos conferir algumas músicas que impressionam pela cara de pau ou pela genialidade com que o compositor se apropriou de outra, transformando o original num pastiche ou em algo infinitamente superior. Mas esse julgamento fica por conta de cada um. A eles:

LINK: UMBIGODE 

(Daniel Mendonça)


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